domingo, 15 de novembro de 2009

APELO

Se um dia ou noite ao acaso, passeando por esta alameda sem fim, de varios caminhos e becos, pararem de frete a esta casa,verem beleza nela, batam.
Estou aqui... dentro dela há muitos comodos e salas sem fim.
Batam que estou aqui! e quero conversa, e mostra fotos, contar casos.
Ou deixem bilhetes, cartas em baixo da porta.

POEMA Nº 7

A palavra escrita me intriga:
Seu poder de eternizar-se é incontestável, seja ela gravada em pedra ou no mais fino papiro.
Ela resiste.
Quando agrada,
Quando desagrada.
Atravessando milênios, fronteiras, ruas e a carne.
Tão rude como uma pedrada....
Tão cirúrgica quanto a lamina de uma espada...
Ela voa
Como águia ou borboleta...
Pouco importa,
Ela vai!
14/11/2009

domingo, 26 de julho de 2009

Dicas de filmes

O menino do pijama listrado.****
O leitor.****
E o caçador de pipas.*****

Poema nº 1



Perdi a palavra.
Fiquei sem atitude, fazer o que?
Se elas escorem pela boca feito baba de neném,
Tenho sorte, porque elas são puras o quanto possível podem ser puras as palavras.
Acho que elas entram pelos olhos em tons verdes,azuis e amarelas e vermelhas também e se misturam sem preconceito, nem mesmo querem se classificar.
Entram também pelo nariz, em ummmm, em ecos, de nojo, de gozo.
E definitivamente escorem pela boca.

Só Prá Pensar

Levei muito tempo para sentir alegria quando voltava de alguma viagem, falo daquela alegria de estar voltando para casa.
Valença agora é minha casa, e sua tambem morador da cidade e veja como esta nossa casa.... suas ruas veja se fosse o corredor de seu lar, alquem iria ser responsabilizado pela falta de extrutura do calçamento,... e nosso lindo Rio Una, será que ainda é lindo mesmo? ou só fica bonito quando a maré sobe?... é ainda consigo ver muito lixo boiando e aquelas bocas de esgoto despejando aquela coisa preta e fetida... um dia eu estava passeando no cais do "Tio" , ali perto do tento onde tem um esgoto enorme e fiquei olhando os peixes agulha nadando e de repente um deles se desviou dos demais e entrou no meio da água(lama) que saía do esgoto e imediatamente ele se revirou perdendo totalmente o equilíbio e foi afundando levado pela lama, sem reação.....
Sei e todos nós sabemos que será um investimento alto para resolver o probema da poluição no Rio Una.
Mas tenho um questinamento aos cidadãos de Valenca e tambem aos seus dirigentes, Já se fez um projeto viável e exequivel? que resgate a dignidade da orla , do rio, das ruas e do nome de Valença.

fogografias e ensaisos

Coisas que não se nota: Flor do Araçá

Macro do cravo da índia (P&)



Orquidea do quintal dos outros....





Orquidea do meu quintal



Poema 4



Poema 4
O mundo todo quer sentir o macio de sua tez...
Negros, brancos, índios e mulatos. Gente de toda cor...
Sentir seu perfume suave ao vento leve e entorpecente e cada vez sua necessidade física e moral perturba progressivamente.
Não há imune, de graus variados, cada um precisa de mais, como os carinhos de uma mulher que se deseja sem se importar onde e quando e quem.
Desfalecemos todos procurando como analfabetos palavras num dicionário, até sabemos que ela se encontra ali, mas temos que comer pagina por pagina para encontrar pelo gosto e então, a iluminada criatura saberá.
Dicionários são diferentes para cada devorador, se na primeira ou na ultima não se sabe, pode-se até pegar um que já tenha sido devorado sua tão esperada pagina.
Fodão-se!
Ela sabe!
Seus cabelos, seus pelos, seus cheiros, e suas entranhas, curvas e maciezas, seus lugares secos e seus lugares úmidos.
Ela sabe o próprio nome...!
Felicidade.